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Archive for the ‘Pessoal’ Category

Casa nova!

Olááá pessoal.

Finalmente, depois de muita espera, estou com o site/blog novo no ar. Que maravilha! Estava esperando ansiosamente para contar a novidade para vocês.

Agora ficou jóia, tudo roxinho (minha cor preferida), com os links de compartilhamento, uma barra lateral bacana, o portfólio logo ali em cima. Adorei!

Vocês viram o início, que legal? A pessoa pode escolher ir direto para o blog, ou acessar o portfólio. Demais, não é?

Não se preocupem que todas as postagens que estão nesse blog, assim como os comentários, foram “migradas” (como chama? exportar?) para o site novo!

Ficou tudo muito lindo.

É só clicar nessa imagem da capa que vocês serão direcionados para o novo site. Tem post novo lá também, com uma nova sessão de fotos.

Super beijo!

 

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Fotografe sua família!

Olá amigos.

Hoje foi a minha amiga Ana Paula que me inspirou a fazer este post para vocês. O título faz referência a um livro da National Geographic que eu sempre quis ter e até agora não comprei. É baratinho até, 50 pila na Livraria Nobel.

(dica: meu aniversário é em janeiro, quem quiser me presentear rsrsrs).

Enfim, todo mundo deve saber (porque eu me orgulho bastante do fato e saio falando por aí) que eu venho de uma família de fotógrafos. Pai e avô, principalmente. Embora muitos dos meus tios – irmãos do meu pai – já se aventuraram na arte, obtendo resultados muito bons.

Dou um valor ABSURDO para fotos de família. É simplesmente impressionante como essas imagens ganham valor com o tempo e contam a história das pessoas de maneira única.

Me sinto privilegiada por ter tantos registros bons e resolvi compartilhar com vocês algumas das grandes imagens registradas pela Família Nunes, mas me atendo à temática Fotografia Infantil.

Como meu avô mal lembra o próprio nome (hahaha, maldade) ele jamais saberia dizer quais as câmeras usadas para capturar as imagens. Mas nas fotos do meu pai eu consigo dizer uma ou outra coisa.

Contei com a ajuda da minha mãe para lembrar das datas. Espero que vocês gostem.

Essas três primeiras imagens eu gosto muito. São bem do início da década de 60, eu chutaria 1961. Meu pai não tinha nascido ainda.

Para o imenso azar do meu pai, em 1962 (quando ele nasceu) meu avô tinha dado uma trégua na fotografia, só retomando na década de 70. Enquanto meu tio Junior (fotos) tem muitos registros de bebê, meu pai não tem nenhum.

 

Esse loirinho gatinho é o meu irmão Aruanan. Meu pai tinha uma habilidade descomunal para registrá-lo. Essas fotos são de 1984/85, tiradas em Itaituba, no Pará, quando meu pai serviu no quartel de lá por 2 anos. Vocês não acham que ele parecia o Pequeno Príncipe?

Essa sou eu, em 1990 com 1 ano de idade. O clique foi feito pela minha tia Grace, com a Nikon F-301, a câmera de filme que eu  uso atualmente.

Mais alguns cliques meus, por volta de 1991/1992, ainda em Floripa, antes de me mudar para Cascavel. Meu pai adorava sair comigo e fazer uns cliques flagrantes, como aquela primeira, tirando a sandalinha.

Essas duas últimas também são do olhar apurado da minha tia Grace. Em 1995 eu tinha 6 anos e já morava aqui em Cascavel – PR.

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Bom pessoal, espero que tenham gostado de conhecer um pouquinho sobre a fotografia na minha família e as influências que tive. Não consegui lembrar de nenhuma câmera, mas depois eu pergunto certinho para o meu pai.

Fiquem a vontade para compartilhar fotos da família de vocês. Se quiserem, podem postar lá no Grupo do Blog no Flickr.

Um abração.

Huaíne Nunes.

Entrevista com Huaíne Nunes. Redes Sociais e a Fotografia.

Olha que metidinha que eu sou hehehe.

Há um tempo atrás, concedi uma entrevista para a jornalista cearense Beatriz Jucá. Eu e outros fotógrafos, como o Maciel Bezerra e a Natalia Kataoka conversamos um pouco sobre a importância das redes sociais para entrar no mercado fotográfico.

Resolvi disponibilizar para vocês a minha entrevista na íntegra (primeira mão hein rs), assim vocês passam a conhecer um pouquinho mais do meu trabalho e o que penso sobre essa coisa toda de internet.

Lá vai:

1. Como iniciou contato com a fotografia?

Comecei aos 10 anos de idade, quando ganhei uma compacta de visor direto. Gastei alguns rolos de filme e abandonei. Aos 16 voltei com força total, aprendendo a teoria de verdade, usando uma reflex de filme. Comecei a juntar meu dinheirinho, até que finalmente, aos 19 consegui comprar minha DSLR e engatar na fotografia.

2 Começou a fotografar com qual tipo de câmera? E hoje utiliza qual?

Aprendi usando uma Nikon FM-10, dessas que se usa em cursinhos básicos. Era do meu pai. Atualmente uso minha primeira DSLR, uma Nikon D60. Acho que nunca vou abandoná-la (risos).

3. Qual trabalho desenvolve atualmente com a fotografia?

Atualmente trabalho com Fotografia Infantil, faço retratos de bebês e crianças. De vez em quando clico uma festinha infantil também.

4. Fotografa profissionalmente há quanto tempo?

Posso dizer que tornei-me profissional este ano. Criei vergonha na cara, fiz meus cartões de visitas, um blog e me apresento formalmente como fotógrafa, ao invés dos rodeios que fazia antes.

5. Como ingressou no mercado de trabalho? Democratização de câmeras contribuiu para isso?

Com muita ralação!!! É claro que a facilidade tanto da aquisição de equipamentos, como de fazer o clique propriamente dito me ajudou, mas também me atrapalhou muito. Há muits pseudo-fotógrafos por aí, gente que acha que por ter uma câmera parruda já é profissional. Se destacar nessa multidão é muito dificil.

6. Quais redes sociais relacionadas à fotografia você já utilizou?

Utilizo muito o flickr para divulgação de fotos. Como fórum principal para trocar ideias mais técnicas, sempre utilizei (apesar de nao ser dos melhores para isso) as comunidades do orkut.

7. Fale um pouco a sua experiência com cada uma dessas redes sociais (fotolog, blog, flickr, obture, etc). Tente ressaltar os pontos positivos e negativos de cada uma delas.

O Orkut nesse ponto é maravilhoso! Todo mundo está lá. Todo mundo vê, todo mundo fala, esse é o ponto positivo. Foi com ele que comecei meus primeiros contatos profissionais e conheci muita gente fera. Há vários colegas fotógrafos que mantenho contato até hoje. O ponto negativo, é que nem todo mundo é assim, gentil, educado e honesto. Dá muito trabalho manter privacidade e nao ter suas fotos roubadas, editadas ou vendidas por aí sem os devidos direitos. Mas na internet é assim, se você nao quer se expor, nao será visto e esse é um risco que, infelizmente, temos que correr.

8. Como as redes sociais auxiliam na divulgação do seu trabalho? Já conseguiu algum trabalho através delas?

Ajudam bastante a divulgar, mesmo que nao seja no meu perfil propriamente dito. Sempre que faço um trabalhinho, entro um CD com no máximo 10 fotos daquele ensaio, em tamanho pequeno, que SEI que irão parar no orkut ou no facebook do meu cliente. A divulgação se faz assim. Um amigo vê, outro pergunta, é o boca-a-boca online.

9. Quais as vantagens de participar dessas redes sociais?

O aprendizado. Sempre comento que para aprender a fotografar voce tem que, além de outras coisas, ver muitas fotografias. O flickr é um prato cheio. Com grupo separados por temas, ou tipo de equipamento, você pega um desses grupos e vai embora. Páginas e páginas de fotografias incríveis. Voce aprende sem nem notar. Outra coisa muito legal, é que o flickr disponibiliza o tal do EXIF, que sao os metadados da fotografia. Assim voce olha exatamente o que o fotógrafo usou no momento do click. Ao ver a abertura, a velocidade ou o iso usados, você passa a refletir sobre a captura. O aprendizado é constante.

10. Comente a sua participação na comunidade Nikon D60 e como ela funciona em relação à troca de informações. A comunidade tem alguma relação com a tua idéia de se criar um blog com dicas de fotografia? Comente também a criação do seu blog.

Lembro que entrei nessa comunidade, poucos meses antes de adquirir minha D60. Fui perguntar sobre a compatibilidade de lentes antigas (que mais tarde descobri que funcionavam perfeitamente). Nem lembro o que me atraiu para ficar tanto tempo ali, mas sei que fiquei e agora são quase 2 anos de comunidade. Virei moderadora, organizei concursos fotográficos, fiz grandes amizades e também inimizades. Costumo dizer que é a melhor comunidade de fotografia do Orkut. É claro que esta comunidade teve uma participação imensa no meu atual blog de fotografia. Um dos mestres ali, o Mattioli, me ajuda com tudo que preciso até hoje. Um dos mais polêmicos, o Darlinton, me ajuda em quase todas as postagens, me dá dicas valiosas e acompanha meu trabalho sempre. E os novatos tem participação maior ainda, pois foi respondendo as dúvidas deles que meu conhecimento e vontade de pesquisar expandiu tanto.

11. Com as novas tecnologias e redes sociais, a imagem chegou a ser até banalizada na internet. Como você vê isso? Acha que hoje qualquer um pode ser fotógrafo?

Honestamente, por mais que pareça que fotografar depois da fotografia digital ficou mais fácil, eu acredito que se mantém a mesma coisa. Confesso que nao passei a ver grandes fotografias magníficas só por conta da fotografia digital. É verdade que, como mais gente tem câmeras, a probabilidade diz que veremos mais fotos boas, mas isso termina aí, na probabilidade. O que faz o grande fotógrafo é seu próprio talento e dedicação à arte. O processo de captar a imagem, seja digital ou “físico” não interfere no resultado final.

12. O que você acha que muda esteticamente na fotografia com o grande aparato técnico para fotografar? Câmeras compactas, celulares, etc...

Como devem ter notado, sou do tipo que apoia a fotografia como arte com garras e dentes. Por isso afirmo com convicção que, sendo boa a composição e o olhar do fotógrafo, em nada importa seu equipamento. Vale ainda citar o mestre Cartier Bresson, que fez o que fez usando uma pequena câmera de visor direto, nada grandioso. Ainda assim, respondendo à sua pergunta, esteticamente o que muda sao os aspectos técnicos do equipamento. Uma boa objetiva vai produzir fotos mais nitidas, com menos aberração, etc. Assim como um bom sensor produzirá fotos com menos ruído, cores fiéis e por aí vai

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Bom, é isso pessoal. Vocês podem conferir como ficou a matéria dela aqui:

Olhares na Web, por Beatriz Jucá.

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Fotolivros.

Se tem um serviço/produto que tem atraído cada vez mais fotógrafos, é o fotolivro.

Empresas como a Digipix e a Ind Imagem oferecem várias vantagens para fotógrafos profissionais. Eu mesma tenho cadastro profissional em ambas as empresas e adorei as promoçõeszinhas que eles me ofereceram.

Funciona da maneira mais prática possível, tanto para profissionais, como para amadores/entusiastas. É só baixar o software (muito fácil de usar) da empresa escolhida e montar você mesmo, em casa, um livro personalizadíssimo.

Para quem tem interesse em trabalhar com os fotolivros (como eu), além de fazer o cadastro para fotógrafos profissionais –  que facilita muito a vida –  é recomendável atentar para alguns detalhes de edição que fazem toda a diferença no resultado final.

Estes “detalhes”, como tamanho da imagem, resolução, espaço de cor, calibração de monitor e outros fatores decisivos para a boa impressão de um fotolivro, podem ser ‘aprendidos’ em dois podcasts muito esclarecedores, do mestre Clicio Barroso.

Clique nas imagens para ser redirecionado aos vídeos:

#Podcast15. Editando um fotolivro.

O Adobe Lightroom pode ser uma boa alternativa para preparar as fotos de um fotolivro; a escolha das imagens, os ajustes, tamanhos e cortes podem ser feitos com rapidez e eficiência, e a exportação das fotos leva em consideração o espaço de cor apropriado.
Neste podcast vamos ver como escolher, editar, cropar e exportar um lote de fotos para que sejam usados em um fotolivro.
Clicio Barroso.

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#Digipix01. Preparando arquivos para fotolivros Digipix.

Fiz este pequeno vídeo (complementar ao podcast n#15 ) para explicar a preparação dos arquivos para exportação e inserção nos fotolivros da Digipix.
É bastante completo, e está também disponível no próprio site da Digipix, como um tutorial (que terá duas partes.)
Clicio Barroso.

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Comecei a trabalhar com fotolivros não faz muito tempo. Tenho uns pacotes lindíssimos para aniversários e books infantis que os clientes adoram.

Vejam alguns dos modelos de fotolivro que ofereço aos meus clientes.

Segui à risca todas essas dicas do @clicio e tenho recebido muitas respostas positivas dos papais e mamães corujas. As crianças também adoram se ver “em um livro de verdade”.

Quem não tem a intenção de trabalhar com eles, pode usar o fotolivro como album pessoal. Fotos de formatura, de viagens, aniversários, férias na praia… Fica um trabalho super bonito.

Bom, é isso. Espero que tenham gostado da dica de hoje.

Boas novas.

Olá queridos amigos fotógrafos.

É com grande prazer que anuncio meu novo projeto. Fui convidada para ser colunista do blog Fotografia DG. Vejam que honra!

Eu já havia enviado alguns artigos meus – daqui do blog mesmo – para a extensão do blog deles, o Foto-Link, que reúne os melhores artigos de fotografia da internet, tudo num só lugar. Aliás, muito prático, fiquei horas ali só vendo os textos dos feras.

O pessoal responsável leu os artigos aqui no blog, gostou do que viu e me convidou para fazer parte da equipe. É claro que aceitei sem pensar duas vezes!

Estou muito empolgada com o novo projeto, mas isso não significa que deixarei de atualizar o nosso blog com dicas de fotografia infantil, na mesma frequência que antes.

O legal de escrever para o Fotografia-DG, é que poderei falar sobre outras áreas da fotografia, não só a parte infantil.

Já enviei meu primeiro artigo, sobre fotografia noturna. Já está no ar e vocês podem conferí-lo aqui:

O segredo das fotografias noturnas, por Huaíne Nunes.

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Espero que gostem. Não deixem de ler as outras postagens, dos outros colaboradores. Tem muuuito conteúdo bacana e educativo ali.

Grande abraço a todos.

Edit: Ganhei até um perfil como autora, vejam que chique!!!

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Maturidade Fotográfica. Aprendendo a enxergar.

Eis um assunto que sempre gera controvérsias nas conversas com meus colegas fotógrafos é a equação técnica/talento na fotografia. Quanto de cada influencia ou é necessária na realização de uma boa imagem?

É até dificíl escrever sobre, pois sei que muita gente pensa diferente – o que é bom – mas não resisti de soltar o verbo aqui no blog sobre o que é olhar fotográfico, do meu ponto de vista.

Costumo descrever o aprendizado fotográfico como uma escada, onde os degraus representam o nível de maturidade em que você se encontra

É muito comum vermos fotógrafos mais novos, começando a aprender a técnica, ficarem tão fascinados com todos os recursos da câmera, que começam a tirar fotos de absolutamente tudo que lhes aparece pela frente.

O cara tira foto da pontinha da unha do cachorro, do próprio pé, do prendedor de roupa…  Até o interruptor vira objeto de clique. É um disparo atrás do outro sem fundamento nenhum, apenas pela empolgação inicial com o equipamento.

Apesar de eu considerar esse como o primeiro degrau na aprendizagem, este não deve ser pulado, pois é um estágio que também contribui com a maturidade do aspirante à fotógrafo. É importante este contato com o equipamento, aprender detalhadamente cada função dele até você sentir que ele virou uma extensão do seu braço. É neste primeiro contato com a fotografia, que mesmo que 98% dos seu cliques possam facilmente ser descartados, você aprende a exercitar a visão.

Suas primeiras 10 mil fotografias são as piores, já dizia Cartier-Bresson.

Uma coisa que sempre digo, é que boa parte do aprendizado na fotografia você faz vendo fotos. Livros técnicos fazem parte do aprendizado SIM, mas para o exercício da composição e da visão fotográfica, ver constantemente boas fotos faz com que a sua percepção do que é uma imagem bem composta melhore muito mais rapidamente.

Aproveitando o gancho, gostaria de recomendar alguns blogs de fotografia infantil que me fizeram aprender muito.  Os que mais gosto são, o blog da Tamara Lackey, o da Erika Verginelli, o Cravo e Canela, do queridíssimo Daniel Nobre e o flickr da Mistybliss que tem seis filhos lindos de morrer e fotos mais lindas ainda.

Mas é óbvio que você não precisa se limitar a estes, basta uma busca simples nos grupos do flickr para encontrar materiais excelentes de fotos para ver, ver, ver, aprender, aprender, aprender.

E depois de ver tantas fotos, minhas fotos vão melhorar?

Certamente que vão. Mesmo que você não queira. Digo isto pois é algo inevitável, faz parte do aprendizado natural. É então quando você sobe para o segundo degrau.

Inevitavelmente também, é neste novo estágio, depois de ver tantas fotos de tantos grandes fotógrafos, que a sua exigência aumenta bastante. Não é ciência exata, mas digo por experiência, que a maioria das pessoas passará pela fase da extrema exigência. Onde qualquer ruído, qualquer ISO mais elevado ou uma foto levemente fora de foco parece impossível de tolerar. Isso porque o indivíduo não está totalmente maduro na fotografia.

Neste estágio também entra a boa e velha neura de equipamentos. Como o indivíduo viu fotos dos caras GRANDES, é claro que ficou impressionado com a qualidade de lentes prime, claríssimas e – porquê não dizer – caríssimas também.

Como já passei por isso e tenho colegas ainda assim, posso afirmar que também faz parte do aprendizado natural. É quase como se a pessoa esquecesse o que está fotografando, desde que a qualidade esteja impecável.

E a impressão que dá para o amador, é que você só conseguirá fotos realmente de qualidade se possuir estes equipamentos.

Depois de um tempo, quando você já desistiu de vender tudo que tem para comprar uma 70-200mm 2.8 é que você começa realmente a repensar sobre o que é fotografia para você.

É neste estágio que atualmente me encontro, o terceiro degrau. Não que não hajam mais degraus para subir, com certeza a subida é constante. Mas por enquanto, estou num nível de maturidade em que você pensa: “não é bem assim!”.

É quando você “esquece” por um tempo do ruído do sensor, aceita seu equipamento e percebe que ele pode te oferecer muito mais do que imaginava. Geralmente nessa fase as pessoas tendem a querer voltar a fotografar com filme. É quando surge o “quero pensar antes de fazer o clique”.

Você passa a raciocinar individualmente em cada composição. O número de disparos contínuos diminui muito, pois você sabe quando fazê-los e quando não desperdiçá-los. Você aprende com a experiência que o que importa mesmo não é o equipamento que você carrega e sim a imagem captada.

Muitas vezes sem câmera alguma em mãos, consigo compôr determinada imagem e saber se isso daria uma boa foto ou não. Aliás, até que abertura e velocidade usar já vem em mente naturalmente. É quando o seu olhar já está apurado.

Vou dizer, essa é uma fase muito legal. Acho que todo mundo deve exercitar seu olhar ao máximo, sempre pensando cuidadosamente na visão fotográfica.

Vamos deixar os clichês e neuras de lado e pensar na fotografia como arte.

Você, criança.

Haha, achei esse título super no estilo “Eu, Robô”, mas encaixa legal para o que eu pretendo falar hoje.

Pode até não parecer  – principalmente para quem me “assiste” fotografando – mas eu acredito que boa parte do meu suposto ‘sucesso’ fotografando crianças se dá pelo fato de que eu sou totalmente criançona também.

Não faço isso de forma forçada, para tentar fazer a criança cair na ladaínha de que sou uma delas e posar para mim mais alegrinha. Faço isso porque esta é a minha personalidade mesmo. As vezes me divirto mais do que elas.

Eu assisto desenhos animados, conheço os personagens, jogo vídeo games, rolo no chão com as crianças e me divirto MESMO.

Então acho que essa é uma dica válida para quem está querendo fotografar os pequenos. Divirta-se. Esqueça por um instante que está tentando tirar uma boa foto, não se preocupe tanto com isso. A câmera é um acessório, o importante ali é você.

Nessa montagem bobinha, estamos eu e minha prima Juliana. As fotos foram tiradas pela minha mãe, num dia que estávamos jantando no Dom Francesco, na Beira Mar de Florianópolis.

Restaurante alto-astral merece fotos alto-astral. Juro que tentei acompanhar, mas a diversidade de caretas dela é incrível.

Só para ilustrar o quanto sou idiota hehe.

Um bom final de semana para a galera.

Categorias:Dicas técnicas, Pessoal
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